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Fotografia da matéria: Mica Rocha

Mica Rocha

Leve, espontânea e divertida... essa é a Mica! Eleita pela revista Forbes Brasil como um dos 30 jovens que fazem a diferença no país, na categoria influenciadores digitais, o currículo de Mica Rocha é daqueles bem diversificados...

CAPA

Leve, espontânea e divertida... essa é a Mica!

Eleita pela revista Forbes Brasil como um dos 30 jovens que fazem a diferença no país, na categoria influenciadores digitais, o currículo de Mica Rocha é daqueles bem diversificados... youtuber, produtora e apresentadora de TV, escritora, influenciadora digital e, como ela mesma se define, criadora de conteúdo! Conheça a cheia de talentos, Mica Rocha

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ica Rocha pode ser definida como uma mulher multitarefas, daquelas que não têm medo de novos trabalhos ou de desafios. Publicitária de formação, sempre gostou de se comunicar, mas conta que demorou

para perceber as possibilidades que essa habilidade poderia lhe render profissionalmente. Mais tarde, ficou conhecida na Internet por suas esquetes de humor que exploram o universo feminino com leveza e veracidade e seus papos sobre relacionamento com os leitores dos três livros já publicados. No canal do YouTube, cerca de 135 mil pessoas estão inscritas e assistem aos vídeos que a influenciadora posta. Já no Instagram, são 848 mil fãs que acompanham as

postagens divertidas em que ela desbrava o mundo “dos boys” com bastante humor e foco na autoestima. Fã assumida de astrologia, a capricorniana também publica diversos vídeos mostrando como os 12 signos do zodíaco reagem a diferentes situações. Tudo de um jeito divertido. É impossível não se identificar com as histórias. Além disso, Mica posta fotos toda montada, mas também não liga de publicar imagens onde está deitada na cama sem maquiagem e rodeada pelos seus cachorros. Agora, com sua primeira filha, Luísa, já chamada carinhosamente de Luli, ela busca desmistificar a maternidade. Mica é o que é e mostra todo o seu universo na mais pura naturalidade: em um Instagram da vida real! Faladeira declarada, ela nos contou, em um gostoso bate-papo, sobre sua agitada rotina, seus múltiplos talentos, planos para o futuro, e como concilia isso tudo. Confira!

Como foi o começo de todo esse universo digital em que você vive? Imaginou que isso se tornaria sua profissão?

Na verdade, eu comecei muito nova trabalhando com moda. Trabalhei em assessoria de imprensa de moda, também durante muitos anos na Daslu. Eu sentia que gostava de trabalhar com isso, mas que somente moda não seria a minha vida, eu sentia que o que eu gostava na verdade era de pessoas! Eu gostava de histórias de pessoas e eu não sabia muito bem o que fazer com aquilo naquela época, porque o Instagram e o Twitter nem existiam, havia apenas os blogs. E aí eu comecei a arriscar fazer vídeos na Internet. Naquela época era diferente porque as pessoas se aventuravam muito mais nas fotos, e eu fazia o vídeos porque eu sempre gostei muito de falar! Muito mais do que posar para foto. Aí as pessoas começaram a me conhecer um pouquinho e eu comecei a entender que eu gostava de trabalhar com aquilo. Mas foi engraçado porque eu não sabia como aquilo poderia ser o meu trabalho. Há 10 anos as pessoas pensavam: “Ah! Imagina, isso não é trabalho. O que você faz realmente?” Acho que até hoje esse mundo digital vem acompanhado de preconceito de quem não conhece. Há 10 anos, as pessoas achavam que era uma abobrinha trabalhar com isso. Eu acho que teve um componente essencial, uma certa coragem e ousadia de realmente sair do trabalho em que eu estava e onde eu ganhava um salário, com uma certa segurança de carreira, e apostar em um mundo absolutamente desconhecido que, de novo, eu não tinha ideia de como ganhar dinheiro, porque as pessoas não ganhavam dinheiro com isso ainda nessa época, era uma coisa muito nova.

Houve muitas incertezas nesse meio tempo?

Houve muitas etapas, mas muitas etapas de insegurança, não saber o que ia ser do meu futuro, se eu estava indo por um caminho certo ou não, de entender que talvez eu não ganhasse dinheiro com

esse trabalho, o que eu iria fazer se não desse certo, e todas essas partes que muitas vezes as pessoas não contam! Eu não sabia para onde ia aquilo, mas alguma coisa me dizia pra eu continuar.

E como foi o surgimento do Instagram nessa história? O tempo passou e o Instagram apareceu, e foi uma rede social maravilhosa pra mim. Foi realmente um momento muito bom, porque depois de um tempinho ele começou a ter vídeo e aí eu comecei a fazer minhas esquetes de humor digital. E também é uma rede social que mensura seguidor, e eu comecei a ver que eu tinha algum potencial ali. Não era só aquela coisa de ‘tô fazendo um vídeo no blog’ e não saber sequer quantas pessoas poderiam assistir.

Pode-se dizer que foi um grande marco na sua vida, certo?

Sim! O Instagram me mudou, foi algo muito diferente, sou superfã do Instagram porque acho que foi uma grande virada na minha vida profissional. Foi quando de fato eu comecei a mensurar e passei a ter liberdade de criar meu conteúdo. Aí que eu inventei aquelas minhas esquetes de 15 segundos, a gente falava de relacionamento, depois disso virou signos e tudo mais, eu fui me soltando, e fui aprendendo a ser eu.

E como é esse ‘eu’ que você foi aprendendo a ser?

Eu sinto que, quando o Instagram veio, eu consegui me libertar de uma máscara de imagem, de que eu tinha que ser alguma coisa, então eu fui eu. Eu coloquei para fora o meu lado mais do humor, de não me levar muito a sério, de não ser somente uma pessoa que fica posando e fazendo o look do dia. E, sim, de ser uma pessoa que se aproxima dos seguidores. Eu gosto de conversar com as pessoas que me seguem, eu gosto de encontrá-las, eu gosto de interagir! Isso

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foi muito legal porque eu fui me descobrindo e as pessoas foram me descobrindo também. Foi uma coisa meio mútua.

E como foi a experiência de trabalhar em programas de TV?

Do Instagram eu fui chamada para fazer alguns programas na TV fechada, que foram aprendizados incríveis e maravilhosos pra mim! Desses programas, vários não deram certo, mas mesmo assim eu aprendi muito sobre esse universo de câmera, comunicação, de me virar, de trabalhar, como gravar em um frio de -17°C, como acordar supercedo pra ficar pronta e linda no vídeo, decorar tudo o que precisava. Acho que a televisão me deu uma seriedade em termos de trabalho com imagem, câmera, vídeo, que talvez eu não aprendesse na Internet. Foi uma grande aliada para o meu desenvolvimento digital. Uma coisa puxa a outra.

Fotografia da matéria: Mica Rocha
Edição 36 · Revista Diverso

Você, inclusive, chegou a ter um programa próprio. Como foi isso?

Eu apresentei um programa chamado SOS Pé Na Bunda, que eu escrevi e produzi também. Passou na Warner. Ele teve uma temporada e não foi renovado. Então eu lembro que naquele momento tive uma grande decepção profissional, porque o programa que eu queria e que eu apostava só teve uma temporada. Hoje, olhando pra trás, eu achei muito cedo esse assunto. Hoje, talvez,

seria mais bem aproveitado. E com todos esses tropeços e aprendizados eu fiquei mais madura pra encarar meu trabalho digital de uma maneira mais consistente.

Você aplicou todo esse aprendizado no seu canal no YouTube e no seu Instagram?

Sim. Para o Instagram, eu aprendi a como produzir conteúdo de uma maneira diferente, como falar com as pessoas de uma maneira que fosse eu mesma, e como não ficar igual ao que todo mundo estava fazendo. Acho que tudo isso faz parte de quem eu sou. Eu acredito que o trabalho autoral na Internet seja absolutamente essencial para as pessoas terem interesse em assistir. Enfim, quem fala de um assunto que você ache interessante ou o jeito como a pessoa passa o conteúdo de que você gosta.

E como surgiu a Mica Rocha, autora de livros, nessa história?

Depois do SOS Pé Na Bunda, foi aquela história: ‘onde fecha uma porta, abre uma janela’. Eu fui convidada a escrever um livro, porque a editora viu o programa, achou muito legal e me mandou um e-mail dizendo: ‘A gente queria publicar um livro seu!’ Aí eu falei: ‘Oi?!? Peraí! Como assim?’ porque eu nunca imaginei escrever! E agora eu já estou escrevendo o quarto livro! São três já publicados. Tem muita gente que me pergunta se sou eu que escrevi mesmo. E foi! Não tem ghost writer, não tem nada! Sou eu mesma que sento e escrevo!

O Instagram me mudou, foi algo muito diferente, sou superfã do Instagram porque acho que foi uma grande virada na minha vida profissional.

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E como você encarou mais esse desafio?

Eu escrevi o Manual da Fossa; o Amor(EX), que é uma ficção; e o Manual do Amor Próprio. Agora, estou escrevendo um que é surpresa, com a Companhia das Letras. Enfim, eu achava que não era capaz, ficava pensando se ficaria legal o livro, e mais uma vez, com uma equipe legal e com uma editora me dando força e me ajudando, eu escrevi O Manual da Fossa, que foi meu primeiro livro e entrou na lista dos mais vendidos do Brasil quatro vezes. Depois veio o segundo e o terceiro… os três entraram nas listas de best sellers, foi muito legal. Agora, estou superempolgada com o quarto livro que estou escrevendo.

Olhando os títulos dos seus livros, e até mesmo suas esquetes, o assunto “relacionamento” está sempre presente. É algo pelo qual você sempre se interessou? Gosta de dar conselhos?

Eu sinto hoje que você pode falar de moda, de beleza, mas as pessoas, mais do que nunca, lá no fundo, querem mesmo é conversar! Esse mundo digital também pode alienar muita gente, pode fazer a gente abaixar a cabeça, ficar no celular e pronto. Eu sou muito faladeira, né?! Gosto de conversar! Minha mãe é psicóloga, e ela sempre trouxe assuntos de relacionamentos pra dentro de casa, eu sei que fui muito estimulada a falar sobre esses assuntos, sempre fui muito próxima dos meus pais, de conversar com eles e contar tudo. Então, eu acho que para mim era quase que uma coisa natural conversar, era quase como se eu estivesse conversando com minhas amigas. Sinto que muita gente não teve isso na vida, não teve pais com quem pudessem conversar, não tem recursos emocionais pra falar sobre determinados assuntos. Eu também sei que as pessoas passam muito tempo na Internet. Então, por que não abrir esse canal para conversar com as pessoas, falar de alguns assuntos que, no final das contas, vão somar na vida delas de alguma maneira?!

Você sempre leva tudo com muito bom humor, tem uma pegada mais cômica. Esse foi o seu grande diferencial para chamar a atenção dos seguidores?

Acho que sim. Pra mim, o humor é a base de uma vida muito mais leve. Ter um bom humor não é rir da desgraça ou achar tudo engraçado, mas é enxergar muitas

vezes um problema com uma certa leveza que faz a gente até ficar com a cabeça melhor para resolvê-lo. Eu acho que a gente dramatiza muito a vida, existem mil problemas, mil coisas, então você não quer assistir a uma pessoa que está ali falando de maneira pessimista. Você quer uma pessoa que, pelo menos, faça você rir no meio da tragédia. Por exemplo, você vai contar que levou um pé na bunda e tem uma amiga que dá risada, e fala: ‘Nossa, você vai rir disso um dia! Vai dar tudo certo!’, eu acho que é meio isso que a gente quer escutar no final das contas. Então, na minha vida eu costumo ser assim, na maternidade eu também sou assim, porque se a gente pesar demais as coisas, a gente realmente fica num campo energético negativo e essa não sou eu. Eu não sou “Poliana” mas também não sou pessimista. Imagina, se eu fosse pessimista com os meus tropeços, com programas cancelados e tudo mais, eu talvez falasse: ‘Ah então pronto, não vou fazer isso, não é pra mim! Eu vou desistir.’ Eu acho que tem que ter bom humor pra ver: ‘Olha eu falhei aqui, olha eu acertei aqui!’

Outra coisa de que você gosta muito são signos, né?! Como surgiu isso de interpretar os signos nas mais diversas situações?

Eu tenho lua em Peixes. Pra quem não sabe, é uma lua muito mística, então eu sou muito curiosa com esse mundo místico, adoro os astros, adoro tudo que mexe com energia, com algo que a gente não vê, mas sente. Sou superssensitiva. E signos vão muito além. A astrologia pra mim é algo fascinante e eu comecei a pensar: ‘Poxa, porque que eu não faço algo relacionado a signos?’, e começou como uma brincadeira e acabou ficando como uma marca minha que eu adoro.

As pessoas se identificam com essas situações, marcam os amigos e acabam divulgando seu trabalho repleto de humor, né?!

Sim, acho que mesmo quem não acredita. Ás vezes, a gente tá tão carente de dar risada, ou de ter um autoconhecimento, acho que, mesmo na brincadeira, a pessoa vai enxergar algo nela e vai somar. Então é isso em que eu acredito, mesmo você dando risada e pensando: ‘Nossa, olha esse besteirol!’ Você pode pensar: ‘Meu signo é assim? Mas eu não me enxergo assim! Deixa eu pesquisar mais sobre isso.’ E de alguma maneira você vai procurar saber algo sobre você e se conhecer melhor.

Eu gosto de não romantizar certas coisas, porque também tem a ditadura da maternidade e eu sou muito contra

Fotografia da matéria: Mica Rocha
Edição 36 · Revista Diverso

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Você posta diversas situações corriqueiras, mostrando como é a vida real. Acha que isso cria essa proximidade com os seguidores?

Tem essa parte de se aproximar do público, mas eu também não escondo as partes glamorosas que eu acho legal. Hoje tem uma ditadura do mundo real, sabe?! Aquela que todo mundo tem que ser real, aí a pessoa força uma realidade que não é aquilo. Eu fico muito à vontade de aparecer sem maquiagem, e também muito à vontade de aparecer montada, ou num dia tedioso, ou num dia lindo na praia... Então eu não tenho essa obrigação de estar de tal maneira para as pessoas, eu tenho quase que um compromisso com a leveza, com o humor e é assim que eu vou criando meus conteúdos e fazendo minhas coisas, isso é o mais prazeroso pra mim.

Como você está lidando nessa nova fase da maternidade, tem a preocupação de mostrar sua filha nas redes sociais? Essa coisa da exposição da Luísa é tão difícil de responder porque ‘sem querer querendo’ ela faz parte da minha vida, ela está aqui, eu não vou fingir que ela não existe e não mostrar. Mas às vezes eu penso: ‘Peraí, acho que eu mostrei muito, deixa eu dar um tempo.’ Mas é família e os seguidores são

uma família! É uma rede muito próxima, como é que eu vou fingir que minha filha não existe?! Pra ninguém ver! É estranho, eu não quero isso. Claro que eu tenho que dosar, porque eu trabalho com outras coisas além da maternidade. Mas a Luísa é uma parte muito gostosa, ela é a melhor parte da minha vida! Eu não consigo nem descrever o que eu sinto como mãe.

E como está sendo essa nova fase da sua vida? Como é a Mica mãe?

Eu gosto de não romantizar certas coisas, porque também tem a ditadura da maternidade e eu sou muito contra. Bato bastante nessa tecla: ‘Ah! Tem que ter parto normal, tem que amamentar tantos meses...’ Não tem que nada! A gente tem que ser boas mães pra que tenhamos filhos felizes. Eu sou muito do time das mulheres estarem felizes! Eu, por exemplo, tive um parto normal mas não consegui amamentar a Luísa mais do que três meses. Poderia pegar esse fato e pensar: ‘Nossa, que pesado!’. Tem mães que não têm coragem de falar sobre isso, mas para mim foi um fato que aconteceu, e que eu encaro com muita leveza porque tem tantas outras coisas tão maravilhosas na minha vida com a Luísa que eu não vou problematizar uma coisa.

É uma mãe totalmente otimista?

Eu realmente sou! Encaro as minha dúvidas, as minhas dificuldades, mas como ter filho foi uma escolha minha e do meu marido, eu acho que é algo que me traz muito mais bônus do que ônus. Eu encaro com muita naturalidade e felicidade, e acho que isso reflete na criação do filho. Minha mãe sempre fala pra mim: ‘Calma, que ainda vem a pré-adolescência!’ Porque são fases, e eu tenho certeza de que haverá fases muito difíceis e outras menos.

Outro assunto que está sempre presente nas suas redes sociais são seus três cachorros, além das campanhas para adoção. Como foi a chegada deles na sua vida?

Eu tenho o Galguinho, que foi comprado em pet shop, e o Lebron e o Petisco, que são adotados. O Petisco eu adotei grávida! Foi meu último. Eu estava fazendo uma foto de trabalho com a Giovanna Ewbank sobre adoção, a Luisa Mell viu essas fotos e entrou em contato comigo, falando: ‘Poxa, que legal você dar voz à adoção, uma coisa que ainda é pouco falada!’ Isso faz uns seis anos. E era um assunto meio tabu mesmo, as pessoas não falavam muito disso. E aí eu conheci a Luisa, conheci o trabalho dela e me apaixonei instantaneamente pelo instituto, pela causa que ela abraçava e tudo mais. Um belo dia, ela me chamou pra ir a uma feira de adoção, eu fui. E aí estava o Lebron e ela falou: ‘Ah! Esse cachorro já sobrou em umas 7 feiras. Ele só sobra, ninguém adota ele!’, aí eu perguntei: ‘Mas por que? Ele é tão lindo!’ e ela: ‘Porque ele é deficiente.

Tem um problema nas patas e no quadril e ninguém quer!’. Aí minha lua em Peixes, já viu né?! Abriu uma torneira lá, eu morri de chorar e falei: ‘Peraí, eu vou apadrinhar esse cachorro!’ Eu e o Renato, meu marido, apadrinhamos ele, mas, não deu nem duas semanas, eu já o coloquei pra dentro da minha casa e a gente adotou. O Petisco, que eu adotei quando estava grávida, é um Chiuaua que veio de um canil clandestino que o maltratava muito. Quase não tinha pelo no corpo. Hoje ele tá peludo e lindo, correndo pela casa! Então, é só amor, meu marido também ama, e tá tudo certo, acho que é uma coisa que a gente tem em comum bem forte.

E você mergulhou de cabeça nessa causa de adoção de cães?

Eu comecei a conhecer o trabalho da Luisa, comecei a divulgar e a fazer bazares. Ajudo muito, sou uma das madrinhas do Instituto. Amo a Luisa Mell, acho ela uma pessoa seríssima, íntegra e muito apaixonada pela causa. Eu tenho muito prazer de ajudar.

E, além do seu quarto livro, quais os seus planos para o futuro?

Tenho um plano ainda para este ano que envolve negócios, não posso dizer ainda porque não está concreto, mas prometo que assim que tiver tudo definido, eu conto em primeira mão para os seguidores da Diverso! (risos).

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DIVERSO

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BATE-BOLA

Uma comida? Batata Frita Uma bebida? Água de Coco Um perfume? Mamãe Bebê da Natura Um acessório? Brinco Uma cor? Branca Uma estação? Primavera Uma viagem? Bahamas Uma inspiração? Michelle Obama Uma paixão? Música Uma saudade? Meu cachorro, Simba Uma mania? Falar muito! Não conseguir sintetizar. Um apelido? Mica! Sonho de consumo? Casa própria Sonho realizado? Ter minha filha, Luísa Não vive sem? Luísa! Salto, tênis ou chinelo? Tênis Sua melhor qualidade? Otimismo Defeito? Chatismo! (risos!) Sou muito crítica! O que mais admira nos outros? Generosidade O que mais abomina nos outros? Egoísmo Felicidade é? Estar na minha casa com meu marido, minha filha e meus cachorros. Lema de vida: Não desista nunca!

Capa da edição 36 Publicada na edição 36Folheie a edição completa, do jeito que ela circula.
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